segunda-feira, 2 de maio de 2016



Mulher... Mulher...
               
                Em eras passadas e atualmente em nossa sociedade, as mulheres estão em constante luta para conquistar seus direitos e condições iguais aos homens.
                Repensando a história, antigamente na sociedade greco-romana, não era nada fácil, mulheres tinham a vida limitada pelo pensamento que a sociedade determinava, tais como, papeis políticos, desigualdade no trabalho, que originava em preconceito e exclusão do espaço público, onde elas se viam obrigadas a entregar a prostituição, que naquela época, mulheres que se prostituíam eram as únicas consideradas “livres”.
                O pensamento no passado sobre a mulher era diferente, as esposas, ficavam apenas em casa cuidando de filhos e fazendo tarefas domesticas, já as prostitutas consideradas “livres”, eram iniciadas nas artes, musicas, dança, e alguns casos, até a participarem de debates filosóficos; entre outros havia o preconceito em relação a aparência da mulher, as mais belas ditas como hetairas, que serviam de inspiração, participavam de banquetes e acompanhavam atividades públicas.
                Entretanto, hoje em dia esse pensamento mudou, mulheres estão cada vez mais conquistando seu espaço no mundo, e saindo do padrão da sociedade, temos sempre a visão que mulher nasceu para ser mãe e cuidar do lar, mas ela não é só isso, hoje tem liberdade para ter autonomia sobre seu corpo, como a pílula anticoncepcional, a decidir se será mãe ou não, ter liberdade para trabalhar em qualquer área social e ter bens que desejar, isto é ser mulher; ver como exemplo Mariê Curiê, que ganhou dois prêmios Nobel de diferentes categorias, buscando ser mais que uma simples mulher!
                A frase “Mulher não nasce mulher: Torna-se mulher”, escrita por Simone de Beauvoir, comprova o que elas já são, mas pode ser ainda mais buscando se destacar de diversas formas na sociedade, bem como a música de Erasmo Carlos “Dizem que mulher é o sexo frágil, que mentira absurda” elas podem ser muito mais!
                Por fim, mulher não é só aquilo que vemos ou pensamos, mas sim a consciência de que alguém pode mudar o mundo, sem nem ao menos ser reconhecida!
*Texto elaborado por alunos da escola CE SESI 174 – Jd Natal – Suzano, durante as aulas de História
MARCELO DA SILVA GOMES FILHO
KAROLINE DAMAS BRODAY

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