Mulher... Mulher...
Em
eras passadas e atualmente em nossa sociedade, as mulheres estão em constante
luta para conquistar seus direitos e condições iguais aos homens.
Repensando
a história, antigamente na sociedade greco-romana, não era nada fácil, mulheres
tinham a vida limitada pelo pensamento que a sociedade determinava, tais como,
papeis políticos, desigualdade no trabalho, que originava em preconceito e
exclusão do espaço público, onde elas se viam obrigadas a entregar a
prostituição, que naquela época, mulheres que se prostituíam eram as únicas
consideradas “livres”.
O
pensamento no passado sobre a mulher era diferente, as esposas, ficavam apenas
em casa cuidando de filhos e fazendo tarefas domesticas, já as prostitutas
consideradas “livres”, eram iniciadas nas artes, musicas, dança, e alguns
casos, até a participarem de debates filosóficos; entre outros havia o
preconceito em relação a aparência da mulher, as mais belas ditas como hetairas, que serviam de inspiração, participavam de banquetes e acompanhavam
atividades públicas.
Entretanto,
hoje em dia esse pensamento mudou, mulheres estão cada vez mais conquistando
seu espaço no mundo, e saindo do padrão da sociedade, temos sempre a visão que
mulher nasceu para ser mãe e cuidar do lar, mas ela não é só isso, hoje tem
liberdade para ter autonomia sobre seu corpo, como a pílula anticoncepcional, a
decidir se será mãe ou não, ter liberdade para trabalhar em qualquer área
social e ter bens que desejar, isto é ser mulher; ver como exemplo Mariê Curiê,
que ganhou dois prêmios Nobel de diferentes categorias, buscando ser mais que
uma simples mulher!
A
frase “Mulher não nasce mulher: Torna-se mulher”, escrita por Simone de
Beauvoir, comprova o que elas já são, mas pode ser ainda mais buscando se destacar
de diversas formas na sociedade, bem como a música de Erasmo Carlos “Dizem que
mulher é o sexo frágil, que mentira absurda” elas podem ser muito mais!
Por
fim, mulher não é só aquilo que vemos ou pensamos, mas sim a consciência de que
alguém pode mudar o mundo, sem nem ao menos ser reconhecida!
*Texto elaborado por alunos da escola CE SESI 174 – Jd Natal
– Suzano, durante as aulas de História
MARCELO DA SILVA GOMES FILHO
KAROLINE DAMAS BRODAY
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